quinta-feira, 17 de junho de 2010

Sou uma estrela...

As estrelas a apagarem-se uma a uma
As trevas envolvendo a tarde que morria
Rodopio neste Universo moribundo
Estou só, de novo...
Sinto-me só
Um peso oprime o meu peito
falta-me o ar, aspiro sofregamente
os poucos segundos que me restam
rodopio lentamente
caio lentamente a noite a instalar-se com fúria
expludo em chamas espalhando fagulhas
novas estrelas que nascem
morrendo de vida efémera
espalhando minhas cinzas
neste céu apagado de vida

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Nobita escreveu: