terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Extractos...

- Quando lhe perguntei ele começou a divagar quando reparei que estava a fazer um poema.
- Um poema? Ele escreve?
- Era mais ou menos assim:

Formaram-se nuvens no céu, nuvens de tempestade
Ouviram-se relâmpagos a brilhar no escuro da minha alma
Desmembrados corpos de paixões antigas ressurgiram
Ígneas lanças da desconfiança me atravessaram
Destruindo todo um firmamento de estrelas cadentes
Assim morreu a minha alma atormentada.

- E ele deu algum significado a esse poema?
- Sim! Chamou-lhe “Minha Vida Está…”! E nunca percebi porquê!

Em "Jonas o Louco" de Jimmy

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Nobita escreveu: